Calcula-se que a tempestade Kristin tenha derrubado oito milhões de árvores no concelho de Leiria. A destruição marcou a paisagem e a memória coletiva, sem fazer desaparecer a vontade de avançar. Da gastronomia ao património, dos alojamentos aos pequenos negócios do centro histórico, este roteiro revela uma cidade onde continua a haver muito para descobrir.
Na praia do Pedrógão, durante a madrugada de 28 de janeiro de 2026, a depressão Kristin esteve perto de derrubar o coração de madeira que emoldura as fotografias dos visitantes ao pôr do sol na Esplanada AMA. A estrutura resistiu, mas ficou soterrada sob "mais de meio metro de areia", enquanto o vento quebrava vidros e madeiras. Os prejuízos ultrapassaram os 90 mil euros. "O que nos permitiu reabrir em março foi a nossa solidez financeira", explica Francisco Guerra, presidente da Associação de Moradores e Amigos do Casal Ventoso, proprietária do espaço e dedicada à dinamização turística da praia do Pedrógão.
Com o mar calmo, o verão "foi bom em número de visitantes" durante julho e agosto, permitindo recuperar algum fôlego. Em 2020, quando no local havia apenas dunas, o projeto começou com um apoio de praia que servia tostas mistas e gelados, "para ter dinheiro para pagar ao nadador-salvador", lembra Francisco. Seis anos mais tarde, a Esplanada AMA ultrapassou a sazonalidade e recebe visitantes durante todo o ano.
A ementa de cozinha portuguesa, preparada em grande parte na grelha a carvão, é uma das razões da procura. Há garoupa e pregado de Peniche com legumes salteados e batata-doce assada, além de tábuas de picanha, maminha e posta de alcatra de bovino nacional, para partilhar entre dois e quatro comensais. "As pessoas jantam calmamente e, a partir das 23 horas, temos música ao vivo com artistas da região", conta. Nas noites de festa e de maior afluência, Francisco Guerra continua a ajudar atrás do balcão, sem ter perdido a prática adquirida desde que começou a trabalhar em bares, aos 16 anos. "Hoje em dia temos de trabalhar a sério no turismo", afirma o leiriense de 65 anos.
Pelo caminho até ao centro de Leiria, são ainda muitos os pinheiros-bravos caídos pela ação do vento, que em algumas medições do IPMA ultrapassou os 140 quilómetros por hora. A paisagem mostra a escala dos danos no Pinhal de Leiria, com uma história de vários séculos. "Os historiadores convergem na ideia de que terá sido o rei D. Dinis a mandar plantar o pinhal para evitar que a nortada assoreasse os terrenos agrícolas, mas cremos que o terá feito da Marinha Grande para norte. A sul, acreditamos que terão sido os monges de Cister, que por terem um estaleiro naval perto da Nazaré cortavam a madeira", conta Diogo Cruz, técnico de turismo, no Museu de Leiria.
A funcionar desde 2015 no antigo Convento de Santo Agostinho, junto ao rio Lis, o museu resume a história de um território ocupado há pelo menos 70 mil anos. Um dos destaques é a Criança do Lapedo, cujos restos foram encontrados numa sepultura com cerca de 29 mil anos, no abrigo do Vale do Lapedo. As características do esqueleto da criança apoiam a hipótese de uma ancestralidade mista de humanos anatomicamente modernos e neandertais. Mais à frente, a arte sacra e as coleções artísticas municipais trazem a exposição para tempos mais recentes. Entre as obras municipais figuram várias do leiriense Lino António, nome da vanguarda da arte portuguesa do início do século XX.
Perto do museu, o Lis acompanha caminhantes e ciclistas no Percurso Polis, uma rede de 4,5 quilómetros de caminhos ribeirinhos e parques destinados ao lazer e ao desporto informal. O rio é também uma chave para conhecer o passado industrial da cidade. A cem metros do atual museu encontra-se o Moinho do Papel, engenho hidráulico que já aproveitava a força da água no século XV. "A produção de papel [pasta de fibra têxtil] coincide com o funcionamento da tipografia de uma família judaica, que editava obras ligadas aos Descobrimentos", explica o coordenador André Camponês. No final do século XX, o moinho passou a lagar de azeite e, posteriormente, a moinho de cereais.
Entre margens frondosas e bancos onde se pode contemplar o rio, encontram-se ainda obras de arte urbana que contam parte da história de Leiria. Num percurso que une vários pontos do centro histórico, vinte artistas portugueses e internacionais representaram costumes, figuras e lugares da cidade. A tempestade poupou 17 obras, mas danificou, entre outras, a "Garça", escultura de Bordalo II feita com resíduos industriais para a primeira edição de "Leiria, paredes com história: arte pública", em 2017. A peça será recuperada.
A pouca distância de algumas dessas obras fica o Porta20, alojamento boutique que, oito anos depois, continua atual, na opinião de Tatiana Duarte, filha de Michel Duarte, um dos proprietários. Encaixado entre prédios, o edifício dos anos 1940 dispõe de estacionamento exclusivo, uma vantagem para quem procura alojamento no centro histórico, onde escasseiam lugares. "Os hóspedes entram com o código enviado para o telemóvel e instalam-se autonomamente", esclarece a responsável pelos 15 quartos, dos quais três são suítes com mezanino. As acomodações, com paredes de pedra, têm arrumação e pequenas cozinhas. Mediante pedido, o pequeno-almoço é deixado à porta logo pela manhã. Nessa altura, o cheiro a café acabado de tirar percorre os patamares, enquanto alguns hóspedes saem para trabalhar e outros vão conhecer a cidade.
De ascensor até ao Castelo de Leiria
A cinco minutos de carro do centro, em Marrazes, o Casinha Velha é um dos restaurantes que justificam uma visita mais demorada a Leiria. Sempre que a campainha toca, é Alina Abramiuc quem abre a porta. Braço-direito do proprietário, Ricardo Costa, acompanha os clientes com familiaridade até à sala de 40 lugares no piso superior. Na decoração rústica regional destaca-se a garrafeira, com mais de quatro mil referências ao cuidado de Ricardo, também escanção. À mesa, porém, há outro motivo para iniciar a refeição.
Dentro de uma caixa de madeira feita à mão apresentam-se "todos os queijos DOP de Portugal e enchidos de porco-preto 100% bolota, de Borba", descreve Ricardo Costa, que salienta os queijos Serra da Estrela, Nisa, Évora e São Jorge. As facas e o quebra-nozes colocados ao lado convidam à prova, acompanhada por uma tábua de presunto Cinco Jotas, marca da qual o restaurante é embaixador. Ricardo procurou "um nicho" de clientes atentos à qualidade e à origem dos produtos. A aposta consolidou-se ao longo de 27 anos de investimento, 17 dos quais com Alina a supervisionar a operação. Ele trata da sala e da garrafeira; a mulher, menos dada à ribalta, ocupa-se do fogão e do forno.
Na sala de teto de madeira, a refeição decorre sem cerimónia, ao som de jazz suave. O cuidado caseiro da cozinha sente-se no pão cozido em forno a lenha e no folhado de queijo Serra da Estrela com mel e vinho do Porto LBV. Entre as entradas sobressaem também os pimentos recheados com patê de carne e gratinados. Nos pratos principais, o Casinha Velha privilegia as carnes: há arroz de pato-mudo com abacaxi, sultanas, presunto e pinhão, e cabrito assado no forno. Para terminar, a delícia de chocolate com pimenta Sishuan disputa a preferência com outras sobremesas feitas por Alina.
No perímetro urbano, o Castelo de Leiria permanece dominante na paisagem, a 79 metros de altitude, sobre uma elevação rochosa. A construção foi ordenada por D. Afonso Henriques em 1135, para reforçar a defesa e a consolidação do território conquistado, e o monumento tornou-se uma referência visual para os leirienses. Durante muitos anos, porém, grande parte dos habitantes admirava-o apenas à distância, evitando as subidas íngremes a pé entre o centro histórico e o Largo de São Pedro. Em 2021, a acessibilidade melhorou com a entrada em funcionamento de um ascensor na encosta norte e de dois elevadores na encosta sul. "A visita tornou-se muito mais fácil e inclusiva", contextualiza Diogo Cruz, técnico de turismo da Câmara Municipal de Leiria.
Na plataforma junto ao Estádio Municipal, um grupo de crianças espera impacientemente que a cabina volte a percorrer os 110 metros de trajeto inclinado. O elevador envidraçado move-se quase sem ruído e faz a viagem em não mais de 90 segundos. Difícil, conta Diogo, é imaginar a intensidade do vento que, durante a Kristin, chegou a tombar o equipamento para fora dos carris. Apesar de breve, a subida oferece vistas sobre o estádio, o Jardim da Almuinha Grande e a Nova Leiria. Para a turma, parece uma atração turística; para muitas outras pessoas, é um transporte quase diário. No castelo, a varanda dos Paços Reais e os seus arcos góticos proporcionam uma perspetiva marcante da cidade. Não surpreende que o monumento tenha sido eleito uma das Novas 7 Maravilhas de Portugal.
Uma casa de tertúlias
No sopé do castelo, as ruas medievais do centro histórico desembocam na Praça Rodrigues Lobo, nomeada em homenagem ao poeta do século XVI. As esplanadas animam o largo, de onde parte a Rota Leiria Histórica, um percurso circular de quatro quilómetros e baixa dificuldade que liga os principais pontos de interesse. Pelo caminho, merece atenção a arquitetura deixada pelo suíço Ernesto Korrodi, que ajudou a restaurar o castelo, assim como os detalhes inesperados da arte urbana. Um deles é o gato preto gigante pousado num telhado, criado pelo artista Ricardo Romero.
Entre as ruas estreitas, a Rua Direita, ou Rua Barão de Viamonte, estende-se de forma sinuosa entre o antigo terreiro e a Sé de Leiria. Numa esquina, um coração pintado na parede relata "uma história de amor no coração de Leiria": a dos pais de Ana Paula Moreira, que atualmente recebe os clientes na Chapelaria do Liz. Fundada há 95 anos, a loja vende boinas, chapéus, bonés e panamás e conserva mobiliário e um relógio originais de 1928. "Há quem os use por moda, outros por gosto ou por motivos de saúde", diz a lojista.
Nas proximidades, duas gatas atravessam a rua. "São a Catarina e a Juliana", informa Margarida Santos, na Sinopse, vizinha do Espaço Eça - Coffee & Wine, Books, dedicado a Eça de Queirós. Aberta no final de maio, a pequena livraria privilegia novidades editoriais e livros para crianças e jovens. "O que vemos como literatura mais comercial pode ser uma transição para autores mais consagrados, como Ferreira de Castro, Camilo Castelo Branco ou Júlio Dinis, daí a minha aposta nessas obras, ainda que não tenham uma procura imediata", justifica a proprietária, de 28 anos. Formada em literatura, Margarida percebeu ao regressar da licença de maternidade que "era mais feliz a vender livros" e deixou o trabalho de redatora publicitária.
O romance contemporâneo é o género mais representado nas estantes de livros para adultos. Para os leitores mais novos, trabalha com duas editoras independentes de Leiria, a Paper View, de poesia visual, e a Minimalista, de teatro e ensaio, às quais se junta a Barca do Inferno. Na sala das traseiras, uma paisagem do castelo pintada na parede acolhe as crianças na hora do conto, um sábado por mês, e nos lançamentos de livros. A iniciativa com maior adesão tem sido a dos "Encontros às cegas": com a capa escondida pelo embrulho e apenas um cartão com pistas sobre o género ou o autor, muitos clientes acabam surpreendidos.
Numa rua acima da Rua Direita, Edgar Rebelo e Mafalda Bártolo também conheciam mal o interior da atual Casa das Tertúlias quando decidiram comprar o imóvel. "A nossa família e amigos estavam todos em Coimbra, onde crescemos e estudámos medicina. Era incomportável ir todos os dias trabalhar para o Hospital de Leiria, tendo dois filhos", conta a fisiatra de 46 anos, ao lado do marido, ortopedista e cirurgião. Leiria não fazia parte dos seus planos e a adaptação "não foi fácil", por ser uma cidade mais pequena. Mas o casal tinha apreciado viver no casco medieval de Toledo, em Espanha, e começou a olhar de outra maneira para o centro.
Há 12 anos, quando avançaram com a construção da futura casa de família, a Baixa estava cheia de edifícios abandonados, à semelhança do que acontecia na maioria das cidades portuguesas. A localização tinha sido decisiva, e o imóvel de 1914, de fachada cor de sangue de boi e varanda ornamental em pedra calcária, revelou o seu potencial. "Quando percebemos que aqui tinha vivido Narciso Costa, que organizava tertúlias com os amigos Luís Fernandes, Lino António e António Varela [modernistas do século XX], quisemos preservar a história e o espírito do lugar". O casal optou então por dividir o edifício entre a sua habitação e um alojamento para hóspedes.
O projeto de arquitetura da GU"MA Arquitetos preservou apenas a escadaria de pedra e a gaiola pombalina, agora à vista na sala e na cozinha comuns. Os restantes elementos, da pedra às portadas de madeira e às telhas verdes vidradas com uma flor de lis, respeitaram as técnicas construtivas originais. Na sala, onde há um móvel-rádio e uma garrafeira abastecida, os hóspedes podem desfrutar de um ambiente de convívio elegante sempre que quiserem. Com apenas três quartos, um deles triplo e outro com banheira, o sossego é garantido. A entrada é autónoma, mas o casal aparece sempre que possível para apoiar os hóspedes e dar sugestões sobre a cidade.
Na aldeia de Andreus, a fachada de janelas góticas em pedra do Muralhas, um dos restaurantes mais apreciados pelos leirienses, corresponde ao nome, mas não antecipa a panorâmica da sala envidraçada. "Agora está mais moderna, sem a lareira que tínhamos no canto", observa João Pereira, chefe e proprietário da casa de boa fama que comprou há sete anos. A Kristin partiu os vidros, arrancou o telhado e "rebentou a porta da entrada para o lado de fora, tal foi a pressão". No final de maio, o restaurante reabriu com um jantar a quatro mãos com José Avillez, e João espera agora que tudo corra de feição.
A cozinha portuguesa procura ser "o mais heterogénea possível": à mesa chegam, por exemplo, arroz de corvina e camarão, lombo de veado com puré de batata trufado, legumes e pistacho, ou camarão crocante com molho de limão, gengibre e caviar de citrinos. No Josper, o chefe grelha carnes maturadas durante pelo menos 30 dias, processo que acompanha no restaurante. "A matéria-prima é boa. A base são sempre os molhos e os temperos." A garrafeira alberga entre 300 e 500 vinhos, a maioria disponível a copo e adequada à harmonização com as sobremesas, também feitas por João Pereira.
Ariana Francisco, de 38 anos, e Petr Kiss, de 43, dão igualmente rosto e voz a uma história de amor e resiliência. Depois de trabalharem em Inglaterra durante uma década e 20 anos, respetivamente como chefe de sala e chefe de cozinha, mudaram-se para Leiria e criaram o Mesa15, numa homenagem a 2015, ano em que se conheceram. Trabalhavam então no City Social, distinguido com uma estrela Michelin, onde Petr era subchefe e cozinhava para 100 pessoas por noite. "Foi a língua que nos trouxe para cá, porque não sei falar checo e seria impossível abrir um negócio destes lá", explica Ariana. O sonho de ter um restaurante também uniu o casal.
Junto à estação de comboios, no Mesa15, Petr trabalha os produtos sazonais de forma minimalista, como mostram a tarte de beterraba com creme de queijo de cabra e o risoto com trufas, mascarpone e parmesão. A sua "cozinha de base europeia", rica em molhos e servida em porções contidas, foi habituando os leirienses à experiência das ementas de degustação até entrar no radar do Guia Michelin. A distinção Bib Gourmand, recebida como "um reconhecimento do trabalho feito", chegou inesperadamente. "Foi uma surpresa total", conta o casal, que recebeu por correio eletrónico um convite para Petr participar na cerimónia no Funchal. Poucos dias antes, ambos tinham aspirado a água que entrou no restaurante depois de a tempestade Kristin arrancar parte do teto.
As doces Brisas do Lis
O nome junta o vento ligeiro ao rio, e o resultado é um bolo amarelo reluzente com lugar de destaque nas pastelarias leirienses. Na Permarcati, na zona histórica, quem pede Brisas do Liz parece querer saborear a combinação de gema de ovo, açúcar, água e amêndoa numa calda de açúcar, cozida no forno em banho-maria. O fabrico é caseiro e cada pastelaria tem a sua versão. "Há quem ponha mais amêndoa torrada ou açúcar", explica Catarina Pereira. Há 12 anos, ela e a irmã, Maria Pereira, mudaram a pastelaria para uma rua comercial mais central. O município quis fazer do doce típico também uma marca, reunindo-o com o leitão da Boa Vista, a morcela de arroz e a olaria da Bajouca sob a designação "É de Leiria".
Evasões Recomenda
FICAR
Porta20
Rua Beatriz Machado, 20
Tel.: 962 343 463
Sítio: porta20leiria.com
Quarto duplo desde 55 €/noite; suíte desde 65 €/noite; pequeno-almoço acresce 10 €/pessoa/noite.
Casa das Tertúlias
Rua Dom Afonso Henriques, 36
Sítio: instagram.com/casadastertulias
Quarto duplo desde 130 €/noite; pequeno-almoço acresce 16 €/quarto/noite.
COMER
Esplanada AMA
Rua Coronel Sampaio Rio, 52, Praia do Pedrógão
Tel.: 925 693 940/244 011 143
Sítio: instagram.com/esplanada_ama
Das 9h às 2h, de quarta a segunda. Encerrado para férias de 25 de outubro e 20 de novembro de 2026.
Preço médio: 35-40 €.
Casinha Velha
Rua Professores Portelas, 23, Marrazes
Tel.: 244 855 355
Sítio: casinhavelha.com
Das 12h30 às 16h e das 19h30 às 23, à segunda e de quarta a sábado; até às 16h ao domingo.
Preço médio: 55 €.
Muralhas
Rua Cidade Colipo, Andreus (Barreira)
Tel.: 244 032 138/932 251 722
Sítio: muralhas.pt
Das 12h03 às 16h (cozinha fecha às 15h) e das 19h30 às 23h30 (cozinha fecha às 22h), de terça a sábado; até às 16h ao domingo.
Preço médio: 40 €.
Mesa15
Estrada da Estação, 12
Tel.: 244 040 554
Sítio: instagram.com/mesa15-restaurante
Das 19h às 22h30, à quarta; das 12h às 14h30 e das 19h às 22h30, de quinta a sábado.
Ementas de degustação: 40 €/pessoa (3 pratos); 50 €/pessoa (completo); harmonização vínica acresce 32 €/pessoa.
Ementa de almoço: 22 €/pessoa.
Permarcati Creperie e Geladaria
Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, 30-32
Tel.: 244 826 613
Sítio: instagram.com/permarcati.leiria
Das 10h às 19h, de segunda a sexta; das 12h30 às 19h ao sábado.
Brisas do Liz: 1,50 €/unidade.
VISITAR
Museu de Leiria
Rua Tenente Valadim, 41
Tel.: 244 839 677
Sítio: visiteleiria.pt
Das 9h30 às 17h30, todos os dias.
Preço: 2,10 € (normal), 1,05 € (dos 11 aos 25 e maiores de 65 anos).
Moinho do Papel
Rua Fábrica do Papel, 13
Tel.: 244 839 677
Sítio: visiteleiria.pt
Das 9h30 às 12h e das 14h30 às 17h, de segunda a sexta; das 14h às 17h30 ao sábado (de outubro a março).
Entrada livre.
Castelo de Leiria
Rua do Castelo
Tel.: 244 839 670
Sítio: visiteleiria.pt
Das 9h30 às 17h30 (última entrada às 16h30), todos os dias (de outubro a março).
Preço: 2,10 € (normal); 1,05 € (dos 11 aos 25 e maiores de 65 anos).
Ascensor do Castelo
Encosta sul do castelo, Avenida 25 de Abril, junto ao Estádio Municipal
Das 9h30 às 17h30, de março a outubro; até às 18h30, de abril a setembro.
Entrada livre.
COMPRAR
Sinopse
Rua Barão de Viamonte, 10
Sítio: instagram.com/sinopse
Das 10h às 13h e das 14h às 19h, de terça a sábado; das 14h às 19h à segunda.






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